Recreios com Vida

O Projeto “Recreios com Vida” consiste na realização de atividades, jogos e dinâmicas no espaço exterior do recinto escolar ou em espaços afetos ao recreio de uso coletivo.  

Objetivos
  • Promover o enriquecimento de atividades no recinto escolar;
  • Procurar envolver diferentes alunos da escola, implementando uma prática inclusiva;
  • Sublinhar a importância da preservação dos jogos tradicionais;
  • Motivar a escola a desenvolver estrategias para a inclusão de todos os alunos e para a prevenção do bullying;
  • Proporcionar novos espaços de partilha, convívio, comunicação;
  • Deverão ter uma ação periodica (1x semana);
  • Agilizar as condições materiais para a realização dos jogos (ex: bolas, etc);
  • Divulgar/promover a existência das atividades.
Descrição do Projeto

O projeto consiste na dinamização de jogos (preferencialmente jogos tradicionais) e atividades lúdicas no recreio através da criação de uma brigada. E na criação de uma atividade/jogo da autoria da escola. Valoriza-se a criação de jogos coletivos, ou que permitam ter vários participantes, e que sejam criados com componentes reutilizáveis. Para a concretização dos recreios com vida devem ser selecionados um conjunto de alunos (uma turma ou um grupo), para constituir a Brigada dos Recreios com Vida,  que serão responsáveis pela execução das atividades e jogos previstos.  Serão disponibilizados 4 coletes para identificação da Brigada.

Público-Alvo
  • Alunos de Jardim de Infância, 1.º ciclo, 2.º ciclo e 3.º ciclo.
Evidências

Caso queiram participar no concurso o/a professor/a coordenador/a deverá ser inserir na plataforma um conjunto de onformações:

  • Preenchimento da Grelha com a informação da Brigada;
  • Video de com pelo menos 3 testemunhos dos alunos sobre a importância da dinamização da atividade com um máximo de 1 minuto.
  • Regulamento ou guião do jogo criado;
  • Video de 1 minuto com a brigada a apresentar o novo jogo (opcional);
  • Fotografias quer da dinâmica quer do jogo criado pela Brigada, devidamente legendadas (máximo 8).

Jogos Tradicionais

Os jogos tradicionais podem ser definidos como actividades lúdicas, recreativo- culturais praticadas por crianças, jovens e adultos, as quais são perpetuadas ao longo de gerações pela oralidade, observação e imitação (Bragada, 2002).

Corrida de Sacos


Berlinde

Consulte:

Na Minha Rua… Jogos Tradicionais

100 Jogos para uma Escola Ativa – Brincar a Jogar para Exercitar!

 

A concretização do projeto implica a conjugação de sinergias entre alunos, professores e funcionários escolares, caso necessário.

Jogos (exemplos para inspiração)

Corrida de Sacos

Material: Sacos de serapilheira ou plástico grosso, em número igual ao dos participantes.
Jogadores: número variável.
Jogo: é marcado um percurso no chão com uma linha de partida e uma meta. Todos os concorrentes se colocam atrás da linha de partida. Ao sinal de partida, cada um entra para dentro do seu saco, segura as abas com as mãos e desloca-se em direção à meta. Ganha aquele que chegar primeiro. Variantes: Equipas de três jogadores, colocando-se dois, lado a lado, o terceiro enfia as pernas nos sacos onde os outros já se encontram metidos (um em cada saco), abraçando-os. As restantes regras são iguais às da corrida individual. Todos estes jogos são passíveis de sofrerem adaptações, consoante o material que temos disponível, o terreno a utilizar; o número de jogadores e a própria imaginação das crianças que é sempre de explorar.   

Macaca

Material: 1 pedra lisa ou um objeto semelhante, e tintas ou algo que dê para desenhar a macaca no chão.
Jogadores: número variável.
Jogo: atire a pedra/objeto para a primeira casa e quando se começar a jogar salta-se ao pé-coxinho, saltando a casa onde está a pedra. Faz-se o mesmo para todas as casas até ao fim da macaca. Depois começa outro jogador. Quando a pedra sair fora muda-se de jogador. Este jogo tem como objetivo deitar a pedra dentro de cada casa, saltar a casa onde está a pedra sem a pisar, saltar as casas ao pé-coxinho e apanhar a pedra sem cair e não pisar as riscas.

Corrida do “ovo” na colher

Materiais: colher e bola de ping-pong, podem substituir os materiais desde que cumpram com as suas funções.
Jogadores: número variável. A corrida do ovo na colher precisa de no mínimo dois participantes. Mas o melhor é ser jogado em equipas.
Jogo: Defina o ponto de partida e de chegada.  Os primeiros participantes da equipa deverão ter as colheres na boca ou na mão com um “ovo” em cada. A largada é dada e todos podem começar o percurso em direção à chegada, onde o “ovo” deve ser entregue ao outro participante, até que se chegue na última pessoa.  A equipa que realizar primeiro a tarefa é vencedora. Para tornar mais desafiante, o jogo, podem acrescentar obstáculos no percurso.

Telefone sem fio – “História”

Telefone estragado é um jogo baseado na passagem de uma frase ou palavra numa corrente de pessoas. Neste fazemos o desafio de criarem uma história relacionada com o ambiente (tem de ser curta) de forma a que seja possível comparar a original com o resultado final do jogo.

Uma das regras do jogo é que o segredo não pode ser repetido ao ouvinte da vez.

Por esse motivo é comum a história ser mal-entendida e por isso passado aos demais ouvintes de forma cada vez mais deturpada, chegando totalmente diferente ao ouvinte final, e isso é o que torna a brincadeira divertida.

Pode ser jogado por um grupo ou por mais, criando uma competição de quem se mantém mais fiel à história.

Jogo da tração com corda em linha

Material: 1 corda e 1 lenço (deverá estar atado a meio da corda).
Jogadores: 2 equipas com o mesmo número de jogadores cada uma.
Jogo: num terreno plano e livre de obstáculos, duas equipas com forças equivalentes, seguram, uma de cada lado e à mesma distância do lenço, uma corda. Entre as equipas, antes de começar o jogo, traça-se ao meio uma linha no chão. O jogo consiste em cada equipa puxar a corda para o seu lado, ganhando aquela que conseguir arrastar a outra até o primeiro jogador ultrapassar a marca no chão. É também atribuída a derrota a uma equipa se os seus elementos caírem ou largarem a corda. Não é permitido enrolar a corda no corpo ou fazer buracos no solo para fincar os pés.

Prazos:
  • até 28 de fevereiro | inscrição das escolas
  • até 30 de maio | submissão dos trabalhos
PRÉMIOS

A Designar. 

JÚRIS

O júri será constituído por elementos da Comissão Nacional Eco-Escolas.